sexta-feira, 22 de maio de 2009

A GRANDE UNIFICAÇÃO GRACELIANA POR INTERAÇÕES FÍSICAS E PRODUÇÃO DE ENERGIA.

ENTRE A FÍSICA, QUÍMICA, ATMOSFERA E ATMOSFÍSICA, GEOFÍSICA, ASTRONOMIA E COSMOLOGIA. BIOLOGIA E PSICOLOGIA.

Que engloba a as interações de energia, a produção da matéria pelo espaço denso, fenômenos físicos, químicos, processos de produção dos elementos químicos, atmosfera, esferificação e astros e o cosmo com suas interações.

A vida se estrutura através de interações e produção de energia, que também produz a mente, a personalidade e o eu. A memória e o raciocínio.

GEOFÍSICA, ENERGETICIDADE, RADIAÇÃO, ATIVIDADES TECTÔNICAS E AQUECIMENTO GLOBAL.
GEOFÍSICA, GEOQUÍMICA, GEOLOGIA E GEOGRAFIA.

Autor . ANCELMO LUIZ GRACELI

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.

ancelmoluizgraceli@hotmail.com

Rua Itabira n 5, Rosa da Penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.

Trabalho apresentado ao Brazilian Journal of Physics. SBFísica – Sociedade Brasileira de Física.

SECT. ES BRASIL. FAPES . Espírito Santo. Brasil.

Registrado na Biblioteca Nacional. Brasil.

Colaborador. Márcio Piter Rangel.

DO QUASE NADA TUDO PODE SURGIR – EXCETO DEUS. POIS É O ÚNICO ABSOLUTO.

A teoria da grande unificação engloba a origem, formato, desintegração, fluxos de novos astros, e sua dinâmica e órbita na mesma teoria.

Os astros não são atraídos, mas sim impulsionados para fora pela radiação.

ASTROFÍSICA E ASTROQUÍMICA.

A estrutura física e química da Terra é proveniente de suas interações físicas, fusões espontâneas, descaimentos de micro partículas, e do tempo de intensidade que estes fenômenos vêm se processando.

A Terra como outro astro ao produzir radiação em suas fusões nucleares também produz campo confinado, que consegue ser liberado para fora do astro.

Este campo mantém a vida nuclear, termodinâmica, dinâmica e de campos no interior do astro, mantendo o vai e vêm de interações nucleares e reposição de partículas através de fusões, fazendo com que os elementos químicos se fundem, e que os astros mantêm a sua temperatura interna e externa por bilhões de anos, dando condições ao surgimento da vida sobre a Terra.
Ou seja, a interação que produz a radiação também produz os elementos químicos e o campo no núcleo dos astros e da Terra.

Com isto mantém o interior do astro como uma grande e intensa caldeira térmica e confinada de fusões naturais e térmicas, com intensas radiações, alterando a estrutura interna e externa do astro, como também modificando a vida, a química e a física.

Fórmula da grande unificação graceliana.

GUG = IFPE = FD.

GUG = grande unificação graceliana.
IFPE = interações físicas e produção de energia.
FD = fenômenos diversos.

TEMPO DE EXISTÊNCIA DO PLANETA.

Deve-se ver o astro como um sistema de produção nuclear, e o tempo de vida do mesmo deve ser medido pelo seu arredondamento e achatamento e não através do carbono –14.

Pois o carbono – 14 é uma evolução da matéria, concluí-se que até chegar a se formar e se processar o carbono 14 houve muito tempo antes.

Assim, o tempo de vida do planeta chega ao limite do infinito. Pois um astro para se tornar esférico leva mais tempo ao ser fundido, como um elemento químico no interior do astro.

Assim, o interior dos astros é como uma caldeira confinada, onde a estabilidade térmica é processada e os elementos químicos começam a ser processados.

E a idade do astro deve ser medida através do seu processo de esfericidade e afastamento do primário.

A química do astro, a física, a forma estrutural, as variações internas e externas se devem a sua vida de interações físicas e de energia, de fusões e intensas temperaturas.

ATMOSFÍSICA.

A atmosfera é causa de interações de energia que ocorrem através das interações de energia do núcleo e crosta do globo, que impulsionam gases e radiações para a atmosfera, e estes gases e partículas pesadas que formam a atmosfera é um meio físico em intensa atividade de produção e interação de energia. Por isto que a atmosfera na verdade é uma atmosfísica.

E que possui pressão interna, em que os elétrons têm uma dinâmica com menor intensidade.

Produzindo e transformando energia, dinâmica dos gases e partículas. E órbita própria destes gases e partículas com dinâmica e inclinação.

SOBRE A ORIGEM DOS ASTROS.

Os astros se formaram a partir do espaço denso, e a partir de estrelas e secundários já formados. Pois a densidade dos astros é decrescente de dentro para fora, e isto prova e constata que os astros se formaram a partir de um processo lento, onde o centro levou mais tempo para se formar, pois possuem maior densidade e maior energia, como os átomos.

Isto é constatado que o núcleo é super denso e decrescem na densidade até a crosta, com os gases menos densos ao redor. Isto confirma e prova a teoria da origem e unidade cósmica por interações físicas e energia, ou seja, o universo.

E QUE OS ASTROS NÃO SE FORMARAM NUM SÓ MOMENTO NUMA GRANDE EXPLOSÃO, COMO TAMBÉM OS ELEMENTOS QUÍMICOS EVOLUEM CONFORME ESTÁGIOS DE INTENSA ENERGIA.

Se os astros fossem produtos de uma grande explosão eles possuiriam a mesma densidade, e vemos que a densidade decresce progressivamente de planeta após planeta, o mesmo acontece com satélites e cometas.

Pois no caso dos planetas, os mais próximos já receberam pouco material de radiação do sol, e este material já estava com menos energia, pois o sol já vem se desintegrando.

O outro ponto é que os planetas mais afastados têm mais tempo de desintegração, isto leva quase a um nivelamento de densidade.

Comprova-se que é um processo lento pela variação progressiva e decrescente da densidade interna de cada planeta, e também de um planeta em relação a outro mais afastado, e pelo formato esférico e densidade interna, diâmetro progressivo dos planetas conforme o seu afastamento.

POR ISSO SE COMPROVA QUE É UM PROCESSO LENTO E INFINITO NA ORIGEM E PARA O FUTURO.

Como não existiu uma grande explosão também não existe explosão de estrelas, e o que existe são intensas e enormes liberações de radiação, calor, e luz no espaço, proveniente de interações físicas e fusões nucleares no interior das estrelas.

A DINÂMICA, E ÓRBITA DOS ASTROS ESTÃO RELACIONADAS COM A SUA FORMAÇÃO DURANTE A origem e as interações físicas de fusões e o processamento de energia. Logo, a dinâmica e órbita se devem a própria energia mais a impulsão pela radiação.

Se a gravitação aumenta-se a dinâmica ela não travaria, porém diminui qualquer dinâmica sobre ela, pois o que aumenta a dinâmica é a radiação expelida do astro e não uma ação de atração.

A GRAVITAÇÃO É UM FREIO E NÃO UM ACELERADOR.

Uma pessoa que pula sobre a crosta da Lua desenvolve um maior desenvolvimento do que sobre a Terra, com isto constatamos que o que acelera os astros é a sua energia interna e impulsão pela radiação térmica e outras formas de energia produzida pelo astro.

A onde se tem mais gravitação existe menos dinâmica.

E ONDE SE TEM MAIS ENERGIA INTERNA SE TEM MAIS DINÂMICA. ISTO SE COMPROVA COM A TERMODINÂMICA.

OS ASTROS NÃO SÃO ATRAÍDOS PELOS SEUS PRIMÁRIOS, MAS SIM IMPULSIONADOS PARA FORA PELA AÇÃO DA RADIAÇÃO. POR ISTO QUE OS PLANETAS E SATÉLITES COMETAS E ASTERÓIDES MANTÉM UM DISTANCIAMENTO PROGRESSIVO.

SOBRE A QUANTIDADE DOS ELEMENTOS QUÍMICOS NO PLANETA.
A CURVA NO GRÁFICO PELA ABUNDÂNCIA DOS ELEMENTOS.

VARIAÇÃO NA PRODUÇÃO E EVOLUÇÃO DOS ELEMENTOS POR FASES DE INTENSA PRODUÇÃO DE ENERGIA.

Deve-se a estágios e fases de intensas e enormes quantidades de produção e processamento de energia, onde uns elementos tiveram um maior desenvolvimento, não chegando à produção de todos os elementos.

Por isso que na quantidade de elementos químicos sobre o planeta existe uma diferença, que se for ver num gráfico, se confirmará uma curva nesta quantidade dos elementos.

COSMOGENESE.

Antes de falar da origem do cosmo deve-se falar da origem da matéria, pois a matéria é uma condensação do espaço denso que compõem o cosmo.

E o universo está em afastamento e não em expansão, mas sim se condensa e contrai para formar a matéria e daí os primeiros astros para depois se desintegrar pela radiação.

ROTAÇÃO E TRANSLAÇÃO DO UNIVERSO – EFEITO DOPPLER ILUSÓRIO.

Assim o cosmo é um processo de condensação e atração para formar a matéria e os astros, para depois entrar em afastamento circular e rotacional, dando uma impressão no efeito Doppler que o universo está em expansão.

[VER Teoria do Universo Fluxonário Estruturante [graceliana]].

1-logo os universos são vários e em vários estágios.

2- ele é uma condensação do espaço denso.

3- é infinito na sua produção.

4- origem pelo universo bolha através da condensação do espaço denso.

5- contrai para expandir, logo é fluxonário e estruturante, pois é uma infinita estruturação de novos cosmos e em vários estágios. Começando de bolha, energia, matéria, astros, e sistemas galácticos.

6- produção de estrelas, planetas, satélites, cometas, asteróides, e outros.

SOBRE O AFASTAMENTO CÓSMICO.

Os astros se encontram em afastamento lento e progressivo, pois o que dá uma aparência de que eles se encontram numa imensa expansão é a rotação e translação das galáxias, pois por isto que dá a aparência no Efeito Doppler de que todos estão se afastando em relação ao sistema solar.

Pois todos estão em rotação e translação, e se a expansão fosse proporcional a tudo que é observado os astros e galáxias estariam infinitamente distantes umas das outras, pois vemos o tempo que leva para um astro torna-se esférico.

Se o que é observado fosse a verdade não veríamos nenhuma estrela no espaço, nem o Sol, pois estariam muito longe.

Pois se considerarmos o tempo da origem do universo pela suposta grande explosão com a velocidade de expansão do que é observado hoje. Os astros estariam tão distantes uns dos outros que a luz de nenhuma estrela seria possível de chegar até nós, inclusive a luz do Sol.

Assim, vemos que os astros e galáxias se encontram em afastamento lento [ínfimo] e não em expansão, mas sim num movimento circular translacional de um em relação ao outro, o que dá a aparência do EFEITO DOPPLER - variação da luz ou som quando um emissor de luz ou som se aproxima ou se afasta.

Assim, é impossível que as galáxias estejam em expansão, mas sim num afastamento lento, de um em relação ao outro, e o que dá a aparência ao vermelho é a translação e rotação das galáxias.

Se o universo é infinitamente velho, todos os astros e galáxias estariam infinitamente longe uns dos outros, e nem o vermelho seria alcançado, pois até a luz chegar até aqui estas galáxias já estariam desintegradas.

CONCLUSÃO.

1- Se o universo é infinitamente velho, e se o cosmo estivesse em expansão não daria para observar nada no universo, pois o tempo infinito deixaria os astros infinitamente distantes.

2- Pela esfericidade dos astros, pois o tempo para arredondar um astro é infinito e se eles estivessem em expansão não daria para observar nada no espaço.

3- Pela observação o sistema solar está no centro do universo, como se todos estivessem se afastando do Sol, pois isto prova que o que observamos com o Efeito DOPPLER são a rotação e translação das galáxias, e não expansão.

4- E o movimento é transversal do cosmo sobre si mesmo, e um afastamento mínimo proporcional o afastamento entre os planetas, ou seja, o tempo que leva para um planeta se arredondar, é o mesmo que leva para se afastar progressivamente. Isto é o que acontece com o cosmo, ou seja, este tempo é lentidão que não daria para ser observado através de nenhum telescópico e diferença num efeito Doppler. Principalmente pela distancia.

5- Na cosmogenese foi calculado que a Terra possui uma expansão menor do que 1metro ao ano, ou seja, quase imperceptível. [Publicada na internet na teoria do universo fluxonário].

6- É confirmado pela experiência que o Sol, estrelas e galáxias estão em movimento orbital no espaço.

7- Outro ponto é que o efeito DOPPLER é variado, ou seja, se o cosmo estivesse em expansão seria uniforme e não é. E uma galáxia não estaria com maior velocidade do que a outra. Isso comprova que o que é observado é a variação da translação e rotação das galáxias, onde cada uma desenvolve a sua dinâmica conforme as suas interações físicas e energia própria, logo as dinâmicas são variadas e não uniforme. Logo o cosmo está em translação e rotação e afastamento infinitamente lento, e não em expansão.

8- Assim, há um distanciamento muito lento, e o que é observado e o que dá aparência para o vermelho são a translação e a rotação quando se observa as galáxias.

9- Outro ponto é que a observação confirma que todos os astros estão se distanciando do Sistema solar, são como se nós estivéssemos no centro do universo, ou seja, todos estão para o vermelho no efeito Doppler pela nossa posição, pois isto só vem confirmar que o universo não está em expansão e que está em rotação e translação. Pois de qualquer ponto do espaço dará a aparência para o vermelho. Pois de qualquer ponto do espaço se observará que o universo possui rotação e translação.

SOBRE O MOVIMENTO PRÓPRIO DOS ASTROS E ÁTOMOS.

Todo astro por possuir e ser constituído de energia e interações físicas, ele desenvolve a sua própria dinâmica independente de ação externa. Porem depende da energia que recebeu de seu primário ao ser formado e da rotação do primário.
[isto será publicado na teoria da alternancidade e rotacionalidade].

O universo se encontra em translação que é impulsionado através de suas interações físicas, energia e radiação. Isso é constado na translação dos planetas e outros astros, e sendo o universo de idade infinita, que é constatado pelo arredondamento perfeito dos astros, vemos que não seria possível ver e sentir a luz e o calor do Sol, pois ele desenvolveria velocidade paralela e não transversal, pois estariam infinitamente longe.

Considerando o tempo para a esfericidade, sem levar em conta o tempo para a sintetização dos elementos químicos e átomos que formam o sistema solar.

INFINITUDE DE PRODUÇÃO DO UNIVERSO.

O universo se encontra num mínimo afastamento de uma galáxia em relação à outra, porém o que dá a aparência para o vermelho no efeito Doppler é a translação e rotação do próprio cosmo.

A luz se desintegra durante o seu percurso perdendo intensidade durante a processoalidade de sua energia.

O universo possui existência infinita na origem e no seu futuro, pois a matéria que se desintegra num momento no futuro se integrará novamente, tornando um processo infinito com novos astros e com novas energias. É como a chuva que cai e volta a ser nuvem.

Porém, a matéria possui produção infinita pelo espaço denso, onde novos universos surgirão.

O espaço é denso, porém não é curvo.

E o tempo não existe como coisa em si, só como produto da consciência e medido pela dinâmica dos processos no funcionamento do cérebro a ser medido pela memória.

Assim, o que existe é o tempo da memória do processamento do cérebro. Ou seja, da velocidade de produção da memória pelo funcionamento do cérebro.

SOBRE A MEMÓRIA.

A memória é produto da processoalidade do cérebro, que durante esta processoalidade é produzida a memória, a mente, e o pensamento.

SOBRE A UNIFICAÇÃO DOS FENÔMENOS FÍSICOS, QUÍMICOS E BIOLÓGICOS.

Através dos processos físicos são produzidos os átomos e os elementos químicos, que os processos físicos levam a matéria a evoluir, chegando até a matéria biológica e a vida, que da vida surgirá a mente e a consciência, ou seja, tudo é uma só origem, e uma só essência. O que difere é o estagio de evolução em que se encontra a matéria, ou se preferir, o espaço denso.

SOBRE A ABUNDANCIA DOS ELEMENTOS QUÍMICOS E SUA EVOLUÇÃO.

A curva na abundancia dos elementos químicos mostra que os elementos não tiveram uma produção uniforme. Com fases de grandes produções de energia fazendo com que alguns elementos fossem rapidamente fundidos, fazendo com que os elementos não obedecessem a uma reta na evolução dos elementos químicos, por isso que os elementos dependem de condições próprias para desenvolver com maior ou menor intensidade uma evolução.

Ou seja, conforme uma variação de intensas interações físicas e altas temperaturas um elemento químico pode passar rapidamente de uma fase para outra, deixando uma lacuna com maior ou menor quantidade de um para outro.

Ou seja, a evolução dos elementos não é uniforme, mas sim, variável. O mesmo acontece com a evolução dos astros, ou mesmo dos seres vivos.

E que o planeta passou por fases de intensa produção de energia, e outras menos, e também teve regiões com variações na produção de energia.

SOBRE O MOVIMENTO DO UNIVERSO.

O universo possui o seu próprio movimento no espaço, que ele produz através de sua energia, logo se nada impulsiona o cosmo é sinal que não é preciso alguma ação de fora para impulsioná-lo, assim todo conjunto ou aglomerado de energia pode produzir o seu próprio movimento.

SOBRE A UNIFICAÇÃO DOS FENÔMENOS FÍSICOS POR INTERAÇÕES FÍSICAS E DE ENERGIA.

Todos os fenômenos se unificam entre si como energia e forma de interações físicas ou produzidas por elas, como partículas, campos, matéria, energia, elementos químicos, átomos, gases, radiação, descaimentos nucleares, fusões espontâneas, fusões nucleares, raios-x, luz, temperatura, envelhecimento e dinâmica de astros, formação de galáxias, a vida, a psiquê e mente, órbitas, etc.

SOBRE A CONSERVAÇÃO DE ENERGIA.

Se o universo surge da compressão do espaço denso, e processa todo o seu funcionamento produzindo a matéria, e vindo a se desintegrar para produzir novos astros, etc., logo, a conservação de energia não condiz com a realidade.
Pois a energia é uma consequência do estágio de espaço denso para a forma de matéria, ou energia livre no espaço.

SOBRE A EVOLUÇÃO DOS ELEMENTOS QUÍMICOS E DAS ESPÉCIES.

Se for considerado a sintetização dos elementos químicos e a esferificação dos astros, se confirma que o universo é infinitamente velho e mantém um fluxo de formação. Assim, deve-se levar em conta que a evolução dos elementos químicos e das espécies é muito mais velha.

OS ELEMENTOS QUÍMICOS PASSAM POR UM PROCESSO DE SINTETIZAÇÃO E ENVELHECIMENTO, aonde de um elemento químico leva a formação de outro. Assim, sucessivamente.

Assim, os elementos químicos são produtos de sintetizações, onde passam por processos de decaimentos atômicos, radiações, fusões e envelhecimentos, que é determinado por suas interações físicas de produção de energia.

Ou seja, os elementos químicos dependem de interações físicas, e por isto que há uma diferença na escala e na abundância dos mesmos, onde uns existem em maiores quantidades e outros menos, e que outros passam para a outra fase com maior facilidade.

Assim, fases de variações de produção de energia que determina as mudanças, evolução e estágios dos elementos.

SOBRE A INTENSIDADE DAS INTERAÇÕES DE PRODUÇÃO DE ENERGIA NA PRODUÇÃO DE NOVOS ELEMENTOS.

A intensidade das interações físicas aumenta a radiação, o descaimento atômico levando os elementos químicos a uma instabilidade química. Os elementos são fundidos de leves em pesados, saindo de elementos instáveis para elementos estáveis.

Porém a intensidade da interação e produção de energia em que se encontra o elemento que vai determina a intensidade da sua variação.

A quantidade e tempo da interação também são um dos fatores de mudança, porem é a intensidade que é o grande determinante.

POR ISTO A CURVA NUM GRÁFICO NA ABUNDÂNCIA DOS ELEMENTOS.

VARIAÇÃO E FLUXO DE ESTABILIDADE CÓSMICA.

O cosmo sai do seu estagio de estabilidade espacial, e passa a instabilidade de energia e materialidade em interações físicas na produção de energia, e volta à estabilidade química em elementos pesados e astros com esferificação perfeita, com pouca radiação, pouca luz e calor, e órbitas com grandes excentricidades e inclinações, e dinâmica lenta. Isto é constatado com o afastamento entre os planetas e o resfriamento do Sol.

HARMONIA ESTRUTURAL DO UNIVERSO.

Há uma relação entre distancia, afastamento, átomos, planetas, estrelas e galáxias, como também a energia interna do astro, temperatura, com uma harmonia funcional de compressão de desintegração da matéria, de energia, de átomos, de astros, e evolução dos elementos químicos. Esta harmonia se encontra nas estruturas naturais básicas, como planetas, estrelas e galáxias.

FLUXO DE PRODUÇÃO E DESINTEGRAÇÃO.

Vê-se que os astros não possuem idade, pois é produto de um processo constante de compressão e desintegração. Onde um elemento de um astros no futuro vai se modificar e vai estar em outro astro.

E que é mantido um afastamento harmônico da própria matéria, e isto nós constatamos na compressão da termodinâmica, em que quanto mais térmico for um astro, ou átomo maior o seu potencial de desintegração, radiação, interações físicas de produção de energia, e decaimentos atômicos.

MOVIMENTO ALEATÓRIO. Improvável e irregular.

Vê-se que partículas desenvolvem movimento aleatório não determinado meio físico, e isto se ocorrem por causa de suas intensas interações físicas internas em relação à micro estrutura química e física.

Onde a energia é grande e produz o movimento aleatório sobre uma partícula. Isto é comum nos gases sob pressão, que ao serem ativados instantaneamente por acréscimo de temperatura, quando num recipiente, a dinâmica aumenta e o percurso é o mais improvável e irregular possível.

E átomos ao saírem de um meio de plasma, como nas radiações próximas do Sol.

SOBRE A VIDA NA TERRA.

Com o aquecimento do planeta Terra pela retirada de petróleo, o mesmo tende ficar mais quente, com maiores umidades, onde teremos mais terremotos, vulcões, maremotos, furacões, etc. Isso trará prejuízo, porém aumentará o tamanho de suas árvores e surgirão novas espécies vegetais e animais, e prolongará o tempo de vida do astro, pois ele entrará em resfriamento com o passar do tempo.

E já estava em processo de esfriamento natural, por dois motivos. Um pela desintegração de energia do astro e o outro pelo afastamento progressivo do Sol.

Animais como dinossauros desapareceram por causa do resfriamento do planeta, que ocorreu pelo afastamento do Sol, perca de energia e temperatura pela radiação.

O fluxo da evaporação será maior e com mais intensidade, com isso o planeta será mais quente e úmido, e a evaporação constante e alta temperatura dará origem a novos e maiores seres.

SOBRE O MOVIMENTO DA ATMOSFERA.

A radiação solar e a terrestre são responsáveis pelo movimento da atmosfera sobre o planeta, que também age sobre o movimento das marés e correntes marinha.

Os anéis também possuem translação.

ASTROFÍSICA

SOBRE A UNIFICAÇÃO TOTALIZADORA.

É constatado que a radiação e a temperatura produzidas por interações físicas e trocas de energia são abrangentes a todos os fenômenos.

Desde na radiação, na temperatura, na dilatação, no acréscimo de spin de partículas, nas órbitas e dinâmicas, na ação do Sol e Lua sobre as marés, no aumento de translação quando no periélio, na rotação, no achatamento, no esferificação, na densidade, na evolução e formação dos elementos químicos.

E no surgimento de novas espécies determinadas pela variação de temperatura e gases sobre um planeta.

Assim, as interações e produção de energia são a causa e o efeito de toda natureza materializada, onde a vital, a psíquica orgânica, e a espiritual devem-se incluir o poder vital e divino.

A teoria das interações físicas abre uma única e nova visão de enxergar a natureza materializada, pois, órbitas, dinâmicas, dilatações, produção de energia, evolução e abundancia de elementos químicos, surgimento de novos astros. Tudo está relacionado à intensidade de interações físicas e energia em que se encontra uma partícula ou astro.

A física de interações e produção de energia é onde todos os fenômenos estão interligados na mesma interação que produz uma radiação, também produz a temperatura, a luz, o calor, a formação de átomos e evolução química, e o surgimento de novos astros.

E TRATA A NATUREZA DA MICROFÍSICA, DA COSMOLOGIA, E UNIFICA E ABRANGE TUDO NUM SÓ PACOTE, OU SEJA, UMA SÓ LEI PARA TUDO, E QUE VAI DE ENCONTRO AOS ANSEIOS DA FÍSICA MODERNA.

Outras teorias defendem a inércia, enquanto a da energia e interações físicas defende a dinâmica permanente e infinita. Ou seja, o universo é energia que é e produz dinâmica.

A energia é produção constante e infinita.

A temperatura e radiação do Sol sobre as interações físicas do planeta são os responsáveis pela variação das marés.

SOBRE O OBJETIVO ÚNICO DA TEORIA DA ENERGIA E INTERAÇÕES FÍSICAS.

O objetivo principal e único da teoria da energia e interações físicas é a unificação geral e universal de toda ciência materializada, como a física, química, e biologia, que a ação de interações físicas sobre a temperatura radiação e gases que agem na formação, evolução e formação de novas espécies vegetais e animais.

Considerando também a constituição física e química do ser.

Quando uma partícula é acrescida de temperatura, a sua radiação é mais intensa e mais variada, com mais impulsões e pulsações interna, saltos de elétrons de camadas, instabilidade química, liberação de fótons, etc.

TEORIA DA DINÂMICA DO COSMO. Experiência.

O cosmo possui movimento translacional e rotacional, e o efeito Doppler registrado é uma aparência desta dinâmica, por isto que dá uma aparência de que todos estão se afastando da Terra. Como se nós estivéssemos no centro do cosmo. Se uma pessoa circular uma bola de fogo amarada num fio no escuro, veremos a diferença para o vermelho da luz, como é registrado no efeito Doppler.

O cosmo possui um afastamento, porém é ínfimo, imperceptível, que já foi calculado na [teoria do universo fluxonário] com menos de um metro ao ano para a terra em relação ao Sol.

SOBRE AS ÓRBITAS DOS PLANETAS.

Como já foi visto a inclinação e a excentricidade do planeta depende de energia e interações físicas. Representado por densidade e diâmetro. E a impulsão inicial do astro originador pela radiação, que também foi produzida pela interação física e energia, e o tempo que foi dada esta impulsão inicial, representada pela progressão de afastamento.

SOBRE A TRANSLAÇÃO DOS ASTROS.

Vê-se que cometas passam milhares de vezes mais próximos do Sol, e possuem aproximadamente a mesma velocidade de translação, isto pode ser comparado com o cometa Halley, e outros cometas. Isto prova que a translação e a órbita dos astros têm a haver com a sua origem, energia e as suas interações físicas.

OS PLANETAS E COMETAS NÃO SE PRECIPITAM EM DIREÇÃO AO SOL, E NÃO SE AFASTAM PARALELAMENTE SE ABRINDO EM DIREÇÃO AO INFINITO.

A energia liberada em forma de radiação produz a rotação, e que radiação e rotação deslocam translacionalmente o astro no espaço.

A TRANSLAÇÃO NASCE JUNTAMENTE COM O PRÓPRIO ASTRO. OU SEJA, ELE ANTES DE SER ASTRO JÁ SE ENCONTRA EM TRANSLAÇÃO.

Pois eles estão soltos no espaço, sem forças puxando, ou grandes ações impulsionando para fora, mas sim, eles desenvolvem um movimento circular e em volta do astro originador.

Isso prova porque a sua órbita e dinâmica é iniciada durante a sua origem de gases e poeiras e mantido pela sua energia e interações físicas, que tende a diminuir durante o processo de desgaste da energia e radiações no espaço.

E mesmo em uma galáxia em translação e rotação as órbitas das estrelas e planetas se mantêm e não se precipitam umas em direção à outra, pois estão todas soltas no espaço, e cada uma sendo regida pela sua origem de formação de energia e de interações físicas.

Vê-se que Plutão está muito distante de qualquer tipo de força e radiação do Sol, e desenvolve a sua órbita, logo a órbita e dinâmica tem haver com a sua origem de formação de energia, que é a energia interna, interações físicas e radiação.

Plutão está 100 vezes mais distante do que Mercúrio e possui uma velocidade de translação só 10 vezes menor, e possui praticamente a mesma massa, logo, os números não batem.

Porem se considerar a energia gasta por Plutão durante todo este tempo, confirmamos que ele só pode ter menos translação.

Outro ponto é que se existisse alguma força agindo a distancia, a órbita da Lua e dos satélites de Marte deveriam ter excentricidades acentuadas, ou mesmo não chegariam a translacionar em torno de seus primários.

Pois por estarem tão próximos do Sol, muito mais do que Júpiter e os outros planetas, eles sofreriam a ação da gravitação do Sol onde ficariam sempre paralelos ao Sol, e nós aqui na Terra sempre estariam num eclipse, e isso não acontece.

Logo, os astros estão soltos, e não existe nenhuma força determinando a órbita dos astros. Eles produzem órbita e dinâmica conforme a produção da sua energia.

Já foi calculado pela teoria da energeticidade e radiação, que a excentricidade e inclinações dos astros são produto da energia em processamento dos mesmos, e eles variam conforme a quantidade de produção da energia.

SOBRE A NÃO AÇÃO DE CAMPO GRAVITACIONAL.

Se existe ação em relação a distancia do Sol por campo gravitacional sobre o movimento do planeta Terra, esta ação seria equivalente sobre uma nave espacial ou satélite artificial, ou astronauta dentro ou fora de uma nave sobre a atmosfera da Terra ou no espaço, pois a ação que age sobre o planeta deveria ser a mesma, mas não é.

RELAÇÃO ENTRE ACELERAÇÃO DE PARTÍCULAS E DINÂMICA DE PLANETAS.

Existe uma relação entre o acréscimo de vibração de uma partícula, com a aceleração tanto de partículas quanto de astros, quando eles estão diante de acréscimo de temperatura ou outra forma de radiação. Como acontecem com as partículas, os planetas e cometas também variam os seus fenômenos internos e suas órbitas. como a variação de temperatura, vibrações interna, radiações, acréscimo de calor, luminescência, radiação, rotação, e outros fenômenos.

SOBRE O MOVIMENTO CURVILÍNEO.

Vê-se que todo movimento é curvilíneo, pois astros, galáxias, e partículas além de possuírem translação também possuem rotação, e toda rotação e por natureza é essencialmente curva e sobre o seu próprio eixo.

Logo o universo se encontra em movimento curvilíneo e variável conforme a sua variação de energia e interações físicas internas.

Uma partícula não apenas aumenta a aceleração com o aumento de temperatura, como também aumenta a sua rotação, variação, instabilidade, radiação, dilatação interna, pressão sobre algum recipiente, isto é visto nos gases, pulso no centro das partículas, e outros fenômenos. Isto se confirma com a termodinâmica.

Na pressão dos gases quando acrescidos de temperatura, na dilatação do ferro e nos aceleradores de partículas constatamos que a dinâmica do universo está relacionada com a energia, interações físicas, e temperaturas do próprio corpo.

SOBRE A PRESSÃO E VIBRAÇÃO INTERNA.

A pressão e vibração interna produzem deslocamento do corpo no espaço, independente de qualquer tipo de campo, e que ao mesmo tempo produz interações físicas aceleradas, radiação, etc., e isso também atua no seu deslocamento. E que é constatado com experiências em câmara de vácuo, em astronautas no espaço.

TEORIA GERAL DA UNIFICAÇÃO PELA ENERGIA E INTERAÇÕES.

A dinâmica e a unificação total dos fenômenos por interações físicas e radiação são provadas como uma partícula incandescente dentro de uma câmara de vácuo, onde a partícula ou gases vai produzir a sua própria aceleração.

Ou com a pressão dos gases, vemos que o movimento dos gases é aleatório e variável, porém sempre curvilíneo, onde ali serão produzidos alguns fenômenos da física, como, calor, radiação, campo, pulso quântico dentro das partículas, luz, rotação, movimento variável curvilíneo das partículas e pressão interna.

AÇÃO DA RADIAÇÃO SOLAR SOBRE AS ÓRBITAS DOS ASTROS.

A origem e a energia produzem a órbita e dinâmica dos astros, que se mantém através de suas interações físicas, representadas por diâmetro e densidade, e aumentam no periélio pela ação da radiação solar, ou do astro originador. A radiação solar também age sobre as marés.

E a translação dos astros é transversal ao primário, logo a gravitação não seria possível de ser o responsável pela dinâmica dos astros, pois é uma ação paralela.

UNIVERSO DINÂMICO POR ESSÊNCIA E NATUREZA.

A teoria de campos defende a inércia e não a dinâmica do universo, e não é difícil de ver que os astros se encontram em deslocamento, rompendo qualquer relação com repouso universal. Pois os astros são feitos de energia, e energia é dinâmica.

E toda rotação é curvilínea por natureza e essência, e com a gravitação é impossível de ser calculada, enquanto na teoria da energeticidade e radiação é calculado pela energia e pelo diâmetro.

A teoria das interações físicas e energia parte da origem do universo pelo espaço denso, formando a energia e a matéria, e toda causa vem de dentro da matéria e não de fora para dentro, onde todo universo materializado se unifica como um universo com produção própria, auto dinâmico, e que produz a sua própria causa. Que desde o micro físico, a cosmofisica e química estão relacionados, um atuando na produção do outro. POR ISTO QUE HÁ A UNIFICAÇÃO GERAL E TOTAL.

EXPLICAÇÃO PARA A CAUSA DA GRAVIDADE PELA ENERGIA, INTERAÇÕES E RADIAÇÃO.

A teoria da energeticidade tem o objetivo de explicar tudo, desde a radiação até a gravidade e quanto mais intenso os processos físicos e energia de um astro

maior será a radiação, magnetismo e gravidade.

Assim, a causa da gravidade e do magnetismo é a produção de energia do astro. Por isto que astros com pouca atividade energética tem pouco magnetismo e gravidade.

O magnetismo é a ação que carreia a atmosfera para o equador do astro. Que forma os anéis e discos.

A teoria da gravitação não explica a causa do fenômeno do magnetismo.

A própria teoria da gravitação não se explica pela por si e nem a causa e nem a essência, o mesmo se confirma com os outros campos.

Como não explica a causa da luminescência. Assim as teorias estão relacionadas e que a rotação e o spin de partículas estão ligados e são causadas pela energia interna, interações físicas do astro ou partícula.

O que determina a luminescência de um fóton é a energia processada naquele momento.

A teoria da energeticidade e radiação consegue explicar a sua causa e essência, enquanto outras não conseguem dar esta explicação.

PULSO QUÂNTICO VARIÁVEL.

Uma partícula pulsa em fluxos maiores e menores, e este fenômeno é proveniente da energia e interações físicas em que ela se encontra, e é como acontece com a radiação dos astros.

Assim, as pressões dos gases, spin, radiações, decaimentos, estado excitado de uma partícula, fusões espontâneas, campo e luminescência, energia de ligação, e outros fenômenos da microfísica são produzidos pelas interações físicas, que é a energia interna em que eles se encontram.

PRINCIPIO DA RELACIONALIDADE.

RELAÇÃO ENTRE VIBRAÇÃO DE ÁTOMOS COM A PRÓPRIA ENERGIA.

Há uma relação de proporcionalidade entre a intensidade de temperatura e interações físicas que produz vibração de átomos em torno de suas posições de equilíbrio, radiação, saltos de elétrons de uma camada para outra, variação de spin, velocidade de partículas e produção de fótons no espaço, energia de ligação de uma partícula, como também o campo, temperatura, e pulso quântico. Logo a mesma interação física que produz um fenômeno também produz os outros. E aí está a relação de um com o outro.

E também a evolução dos elementos químicos, a instabilidade e estabilidade de uma partícula.

SOBRE A EXTENSÃO DA CALDA DOS COMETAS.

Os cometas quando passam próximos ao Sol a sua extensão se encontra paralela à radiação do Sol e para fora, ou seja, não acompanha o movimento do próprio cometa, e não é puxado pelo campo gravitacional do Sol. A radiação afasta para fora a calda [extensão] do cometa.

Comprova-se assim, que a radiação solar atua sobre a extensão do cometa, pois é mais forte do que a ação de campo gravitacional, assim estaria voltada para o Sol e não está. Ou mesmo seria um rabo que a velocidade produziria deixando a extensão para traz, mas isto não acontece, pois a extensão de gases tem o sentido da radiação solar.

E que os astros, como a radiação, e a calda dos cometas são impulsionados para fora e não atraídos.

Com isto se tem mais uma confirmação de que a gravitação não tem efeito sobre a dinâmica dos astros.

PRINCÍPIO DA PROGRESSÃO, DIMINUIÇÃO, ESTABILIDADE E HARMONIA.

O universo tende a se estabilizar progressivamente, pois vai de encontra a estabilidade e harmonia total do cosmo, onde a energia produz matéria menos energética indo de encontro a uma estabilidade e harmonia, pois tudo está diminuindo, se afastando, e esfriando.

Porém, os astros quando se afastarem dos seus primários terão órbitas irregulaes.

SOBRE A TEMPERATURA.

A produção de energia produz temperatura, que produz radiação, energia cinética, e calor para o universo, formando novos elementos químicos.

UNIVERSO CIRCULANTE E INFINITO.

Vê-se que o universo é infinito tanto na sua auto produção de energia e materialização, quanto no tempo e no espaço, pois ele também é circundante, ou seja, ele circunda em volta de um ponto no espaço com rotação e translação.

O QUE DETERMINA O ESPAÇO, O TEMPO, O ESTÁGIO DE PRODUÇÃO, ENERGIA DO COSMO E SUA MATERIALIDADE SÃO A PRODUÇÃO DE ENERGIA.

Cosmo = materialidade processada e em processamento.

Ou seja, o cosmo é infinito na produção de energia e matéria, logo é infinito no tempo, espaço e produção. A matéria torna-se infinita conforme a distribuição e produção de energia no espaço e no infinito do tempo.

Pode-se provar que existe uma relação entre os fenômenos físicos, quando um aumenta a sua intensidade ou potência e todos outros acompanham esse acréscimo.

OBJETIVO DA TEORIA DA ENERGETICIDADE E RADIAÇÃO.

1- uma teoria a partir da origem do universo.
2- uma teoria única, com uma só causa e um só efeito.
3- uma teoria que alcance toda física, da micro a macro, a química e a infinitude.
4- uma teoria que todo universo esteja em harmonia, conforme a grande obra do criador – Deus.
5- uma teoria que retrate o inicio, o meio e a eternidade do cosmo, a sua causa, efeito, natureza, essência, origem, produção e continuidade.

SOBRE RACHADURAS NATURAIS EM ROCHAS SOBRE O PLANETA TERRA.

Quando uma rocha lasca parte do seu corpo, isto se deve ao acúmulo interno de temperatura quente, e quando a parte externa recebe durante a noite e dia temperatura fria, fazendo com que haja um desequilibro térmico e físico numa parte mais frágil da rocha, fazendo assim que ela se lasque nas partes externas da estrutura mais frágil. Pois com o tempo e recebimento de altas temperaturas do Sol a parte externa vai se modificando.

Em maio de 2007, num prazo de dois meses um imenso lago desapareceu das montanhas na Cordilheira dos Andes, na América do Sul. Até hoje não se sabe se foi sugado, ou evaporado.

SOBRE O RELEVO, MARES, OCEANOS, TERREMOTOS, VULCÕES E RADIAÇÃO SOBRE A TERRA.

Vê-se que o relevo e os oceanos do planeta têm haver com a produção de energia do planeta com o petróleo.

Onde tem imensa quantidade de petróleo o relevo torna-se uma depressão, pois o petróleo absorve parte da radiação do centro da Terra, fazendo com que na parte externa e próxima fica uma depressão, onde os oceanos e mares vão existir, enquanto onde não tem petróleo o relevo se forma em montanhas e picos. Pois, neste local a radiação é mais intensa e as erupções são maiores.

Com isto conclui que o relevo, os oceanos, e os continentes existem por causa da radiação e do petróleo como absorvedor da radiação. Vê-se também que a maioria dos vulcões existe nas montanhas que as produz, confirmando a teoria de interações, energeticidade e radiação.

Com a retirada do petróleo dos mares e com o passar do tempo, o relevo e os oceanos mudarão de lugar, e teremos um planeta com menos extensão de mares e com mais montanhas.

Com a retirada do petróleo a incidência de câncer tenderá a aumentar.

A tendência do planeta é o esfriamento, pois a energia tende a diminuir, porem com a retirada do petróleo, o planeta terra tende ao aquecimento, retardando o esfriamento que já se encontrava.

GEOFÍSICA.

Nos pontos de oceanos e mares as rochas são mais sólidas e tem mais material fóssil do nas montanhas impedindo a progressão da energia e temperatura que vem da energia do centro da Terra, e esta energia é liberada em outros pontos, onde é estufado com picos e montanhas, e onde os continentes se formam. Do contrário teríamos um planeta constituído de infinitas montanhas com os oceanos menores e a parte do relevo menos alta e com maior extensão. Teríamos mais mares e mais e menores continentes.

Pois a incidência da altitude do relevo tenderá a diminuir, e que o gasto pelo processo da energia do planeta o levará a produzir progressivamente menos energia, e consequentemente menos atividade tectônica. Onde teremos no futuro um planeta mais nivelado, com menos altitudes e menos depressões.

SOBRE OS CONTINENTES E OCEANOS.

Os oceanos se formam a partir da ação da energia térmica e tectônica do centro do planeta sobre as rochas que formam a crosta terrestre, sendo que onde se encontra os oceanos as rochas são mais firmes e as camadas mais compactas, e possui muito material fóssil, impossibilitando que esta energia seja liberada nas proximidades.

Ou seja, onde há muito material fóssil, este material absorve parte da radiação interna do planeta, impossibilitando que nestas partes ocorram atividades tectônicas intensas e venha surgir as montanhas.

AQUECIMENTO GLOBAL.

Os planetas desintegram energia e perdem temperatura enquanto irradiam matéria no espaço, e também se afastam do Sol, como todo secundário faz do primário, com isto tende ao esfriamento comum a todos os planetas mais afastados do Sol. Porém, com o efeito do aquecimento global a Terra receberá uma sobre vida, e aumentará o tempo de produção de vida das plantas, animais, oceanos, atmosfera, oxigênio, como também de outros gases.

Rochas super sólidas e com material fóssil = menos passagem de atividade tectônica = relevo com depressão, onde os oceanos se acomodam.

Rochas menos sólidas e sem material fóssil = mais passagem de atividade tectônica = relevo com altitude, onde os vulcões formam as montanhas e picos.

Assim, a energia interna, a consistência das rochas e o material fóssil determinam a posição e formam e profundidade dos oceanos, e as correntes marinhas e térmicas. E também as montanhas.

ATIVIDADE TECTÔNICA E AQUECIMENTO GLOBAL.

A energia produz a atividade tectônica que produz vulcões, terremotos, correntes oceânicas, atmosfera, evaporações de oceanos, variações de clima, e outros fenômenos, pois eles tendem a aumentar a sua ação com a retirada dos componentes fósseis do subsolo.

pois estes elementos são retentores e os absorvedores de radiação produzida pelas fusões e fissões naturais da Terra. Logo com a retirada dos mesmos a Terra tenderá a arder e a atividade tectônica a aumentar.
O LADO RUIM E BOM DO AQUECIMENTO GLOBAL.

Com a retirada do material fóssil o planeta tenderá a aquecer, pois a radiação do centro da Terra tende a sair com mais facilidade, uma vez que o material de absorção diminui progressivamente, com a sua retirada.

Levando o planeta ao aquecimento, mudanças nas marés, movimentos oceânicos, aumento das atividades tectônicas, e outros fenômenos, porem, naturalmente o planeta está diminuindo a sua temperatura. Assim, com este acréscimo produzido pelo homem no futuro será algo benéfico, pois prolongará a vida sobre o planeta.

AFUNDAMENTO.

Conforme o material fóssil for sendo extraído, o planeta terá mais um fenômeno, que é o fenômeno de afundamento, lagos desaparecerão, e áreas de terras afundarão. Pois faltará sustentação geológica em certas partes, e nos picos e cordilheiras já há lagos desaparecendo.

É visto que o numero de vulcões em atividades aumentaram, e furacões aumentaram em intensidade e em número.

Grande unificação graceliana por interações física e produção de energia – física, química, astronomia, cosmologia, cosmofísica.

EVOLUÇÃO DOS ELEMENTOS QUÍMICOS.
QUÍMICA E ASTROQUÍMICA
RELAÇÃO ENTRE FISICA NUCLEAR E DOS ASTROS POR POTENCIAL DE ENERGIA PROCESSADA.
TEORIA UNIFICADORA.

Autor. ANCELMO LUIZ GRACELI.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.
Rua Itabira – n 5, Rosa da Penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.

ancelmoluizgraceli@hotmail.com

Trabalho apresentado a SECT – ES BRASIL.
FAPES – ES . BRASIL.

Registrado na Biblioteca Nacional. Brasil.

Colaborador – Márcio Piter Rangel

DO QUASE NADA TUDO PODE SURGIR – EXCETO DEUS. POIS É O ÚNICO ABSOLUTO.

FÓRMULA DA GRANDE UNIFICAÇÃO GRACELIANA.

GUG = IFPE = FD.

GUG = grande unificação Graceliana.

IFPE = Interações físicas e produção de energia.

FD = Fenômenos diversos.

EVOLUÇÃO DOS ELEMENTOS QUÍMICOS.

Os elementos químicos se formam a partir de suas fases, uma de intensas interações fisicas, altas temperaturas, com fusões, decaimentos, fissões, e radiações, e outra a fase é o envelhecimento natural e eterno.

Estas duas fases formam os elementos chamados leves, e os chamados pesados, saindo de fases de instabilidade até fases de estabilidade nos chamados pesados, ou seja, eles se formam por processos instantâneos e evoluem por fases infinitas.

A primeira fase, a chamada fase da instabilidade ocorre principalmente no interior dos astros, aonde pode ser fundidos elétrons, átomos, hidrogênio, ferro, chumbo, tório, e outros, onde passaram por fases de radiação, e desprendimento de energia no espaço.

Os elementos químicos evoluem de leves à pesados, e dos instáveis em estáveis, e a formação maior ocorre no interior das estrelas, onde átomos soltos se aglutinam e se transformam em elementos químicos.

Assim, os elementos químicos são produtos de fases o de origem inicial, onde são fundidos inicialmente por fusões nucleares espontâneas no interior dos astros, onde átomos livres são aglutinados por intensas temperaturas e fusões nucleares, e que com o passar do tempo passam a evoluir, passam de elementos leves e instáveis, a intermediários, como ferro, neônio, silício, e outros, até aos estáveis.

SOBRE A QUANTIDADE DOS ELEMENTOS QUÍMICOS SOBRE A TERRA.

Não existe uma reta na quantidade dos elementos porque depende de fases de processamentos de energia sobre a Terra, e estes processamentos não foram lineares, com fases de maior e menor processamento e intensidade de energia.

Por isso que mesmo os elementos evoluindo, esta evolução e desenvolvimento não foram lineares, e por isto os elementos não seguem uma reta na sua quantidade sobre a Terra, uns mais abundantes que outros.

Vê-se que elementos químicos como o urânio, e o tório, com maior número atômico, existe em menor quantidade e se encontram fora de intensa temperatura, e produzem radiação.

CONCLUSÃO.

Vê-se que a abundancia dos elementos químicos não é linear, porque os elementos químicos para serem formados e evoluídos dependem de fases de intensas interações fisicas, altíssimas temperaturas, e fases de evolução.

Vê-se também que mesmo na formaçao dos planetas, obedecendo a uma progressão, ela não é linear. Por isto que os elementos precisam passar cada fase e nas condições especificas para chegar a ser o próximo elemento.

Pois a natureza não é a mesma e sempre está mudando, e vemos que a Terra que era ontem não é hoje, como também o Sol. Estão esfriando, processando e perdendo energia e radiação.

ELEMENTOS COMO HIDROGÊNIO HÉLIO, LEVES SÃO MAIS ABUNDANTES.

E LÍTIO, BORO, E BERÍLIO SEMILEVES SÃO MENOS ABUNDANTES.

E CARBONO, OXIGÊNIO, FERRO INTERMEDIÁRIOS SÃO MAIS ABUNDANTES.

E PESADOS COMO CHUMBO, TÓRIO, URÂNIO SÃO OS MENOS ABUNDANTES.

Assim, vê-se que os elementos químicos passam por fases adversas e próprias para a sua formação e isto que faz com que exista esta diferença na abundancia na escala dos elementos.

Assim, existem os elementos formados por intensa produção de energia e fusões em altas temperaturas, os instantâneos, e os evoluídos com o passar do tempo.

Como já foi citado anteriormente vemos que o brilho das estrelas está ligado a altas temperaturas e interações de fusões e de decaimentos, onde os elementos químicos são formados e evoluídos, e onde os astros são acelerados em sua dinâmica e evoluídos em sua constituição química.

PORÉM, A FORMAÇÃO DOS ELEMENTOS E SUA EVOLUÇÃO DEPENDEM DE CONDIÇÕES DE FUSÕES, FISSÕES, PRESSÃO INTERNA ONDE OS ELEMENTOS SE ENCONTRAM EM FORMAÇÃO E EVOLUÇÃO, E TEMPERATURA E RADIAÇÃO RECEBIDA EXTERNAMENTE.

Assim, tempo de vida de um astro está registrado no seu núcleo e no seu exterior. Pois é no núcleo e no exterior que os elementos são produzidos e evoluídos vagarosamente na estrutura média e externa do astro.

Vê-se que a química do universo não é produto de um só instante numa grande explosão, é produto de um processo lento de formação de aglutinação e desprendimento de átomos.

Logo se constata que o universo como um todo também é produto desta formação lenta, pois num só momento não seria possível aglutinar diversas quantidades de átomos para formar elementos químicos diversos. Assim os elementos químicos, como o universo é um processo de evolução.

Assim, o mesmo fenômeno – fusões, fissões, altas temperaturas, radiação e variação térmica - que produz os elementos químicos também produzem a dinâmica e órbita dos astros, produz campo, calor, radiação, luz e evolui o próprio cosmo.

ASTROQUÍMICA.

Vê-se que a química natural de um astro depende da intensidade de interações físicas e altas temperaturas em que o mesmo se encontra para que sejam processadas as interações de fusões de átomos e decaimentos de energia, e varia de astro para astro conforme a intensidade.

E CONFORME ESTA INTENSIDADE NUM DADO TEMPO AS FUSÕES SÃO MAIS PROCESSADAS COM MAIOR INTENSIDADES SURGINDO ELEMENTOS SEMPRE MAIS PESADOS.

A energia das estrelas é produto das interações físicas, fusões, decaimentos, saltos de elétrons, aglutinação de prótons, e átomos, e é onde surgem os elementos num processo lento e duradouro, sempre na produção de novos elementos químicos, onde é mantidos pelas interações a vida das estrelas e seu brilho, luz, temperatura, radiação e órbita.

PRESSÃO PLASMÁTICA.

POIS OS PROCESSOS FÍSICOS NO NÚCLEO DAS ESTRELAS ACONTECEM COM MAIOR INTENSIDADE POR ESTAR CONFINADO COM AS CAMADAS QUE CONSTITUI O ASTRO. E SE ENCONTRA SOB PRESSÃO TÉRMICA. QUE É PRODUZIDA PELO PRÓPRIO ASTRO.

A PRESSÃO TÉRMICA É A PRESSÃO DENTRO DO ASTRO, ONDE A ATIVIDADE DE PLASMA ESTÁ COM MAIOR INTENSIDADE. OCORRE ONDE SE ENCONTRA UMA INTENSA PRODUÇÃO DE INTERAÇÕES DE ENERGIA, FUSÕES, FISSÕES, ALTAS TEMPERATURAS E RADIAÇÕES.

A PRESSÃO TÉRMICA OU PRESSÃO PLASMÁTICA É QUE NÃO DEIXA O ASTRO E ESTRELA EXPLODIREM, E QUE MANTÉM O ASTRO PRODUZINDO TEMPERATURA E LUZ POR MUITO TEMPO. E GARANTE QUE AS FUSÕES E FISSÕES SE PROCESSAM E OS ELEMENTOS SE DESENVOLVEM E SE FORMAM.

O combustível nuclear de uma estrela está relacionado com o seu confinamento, ou seja, a capa ou camada que a envolve, onde a sua temperatura é aumentada acelerando suas interações de fusões, produção de energia, radiação, aglutinação e decaimentos nos átomos.

O hidrogênio é sintetizado e produzido nos núcleos das estrelas por fusões de partículas e cargas muitos menores, por isto que o hidrogênio é um dos mais abundantes na natureza.

Uma estrela tenderá a morrer conforme este confinamento vai diminuindo, perdendo altas temperaturas e intensidade de interações e fusões nucleares.

Vê-se que antes de surgir as estrelas, surgiu primeiro a matéria, pois do contrário de que seria as estrelas, e a partir da matéria começou a surgir as primeiras formas de matéria densa, como elétrons, prótons, núcleos, que com a condensação da matéria em núcleos começou a surgir as estrelas.

Só a partir dos núcleos das estrelas surgiu as altas temperaturas e as intensas interações, dando origem as fusões, e a aglutinação de prótons, onde os elementos químicos começaram a ser produzidos e a abundancia deles.

Assim temos.

Primeiro - a matéria sem densidade, e depois com densidade.

Segundo - os núcleos das estrelas com pouca densidade, para depois se tornar com alta densidade e altas temperaturas.

Terceiro - os prótons se formam, dando inicio ao átomo, que daí surgirá os elementos leves, para depois ser produzido os pesados.

Quarto - os elementos são produtos das interações, fusões, produção de energia, de altas temperaturas dos núcleos das estrelas e da evolução e formação da própria matéria.

CONCLUI-SE assim que os elementos químicos são produzidos por interações físicas, produção de energia, fusões em altas temperaturas, num processo constante, e que os elementos estão a todo o momento se produzindo nos núcleos dos astros.

E que a diferença na quantidade dos elementos são as fases mais intensas em que se passou a natureza processual do astro, onde naquela fase houve um grande e intenso gasto de energia, seguido de um menos intenso.

E está diferença na quantidade retrata que os elementos são produtos de condições de energia e altas temperaturas que os astros já passaram e este processo continua no seu interior. E evolui fora do núcleo do astro.

Toda a matéria é produto deste processo lento e constante, inclusive os prótons e os átomos. Como também os astros e as galáxias.

SOBRE A UNIFICAÇÃO E EQUIVALÊNCIA DOS FENÔMENOS FÍSICOS.

VARIAÇÕES DE FENÔMENOS POR TEMPERATURAS E POR COMPRESSÃO.

PRINCÍPIO DA PROPORCIONALIDADE.

As interações de fusões e produção de energia variam com a sua intensidade causada por compressão da matéria e acréscimo de temperatura, onde todos os outros fenômenos também variam nas suas intensidades, ou aumentando ou diminuindo conforme varia a temperatura ou a produção de energia numa partícula, elemento químico ou astro.

Vemos isto na compressão dos gases por acréscimo de temperatura, aceleração de astros quando próximos da radiação e temperatura do Sol, dilatação, saltos de elétrons de uma camada para outra, variação de calor e campo de astros, etc.

Ou seja, é mantida uma proporcionalidade de intensidade dos fenômenos conforme varia a produção de energia de uma partícula, ou astro. Isso se constata desde a luminosidade do astro até a formação dos elementos químicos.

FÓRMULA DA GRANDE UNIFICAÇÃO GRACELIANA.

GUG = IFPE = FD.

GUG = grande unificação Graceliana.

IFPE = Interações físicas e produção de energia.

FD = Fenômenos diversos.

PRINCÍPIO DO LIMITE NO SALTO DOS ELÉTRONS.

O elétron exposto à radiação só pula de uma camada para outra, se o mesmo estiver no limite de intensidade de produção de energia e de temperatura.

Ou seja, tem um estágio de intensidade de interações físicas e produção de energia para o fenômeno acontecer.

Constata-se que existe uma relação entre os fenômenos e sua intensidade, como também a instabilidade em que se encontra.

SOBRE A LUMINESCÊNCIA.

A luminescência irradiada por uma partícula ou astro depende da intensidade dos processos de energia das interações físicas em que o mesmo se encontra.

Vê-se isto no Sol, numa partícula, em que o calor, campo fotõnico, radiação, rotação, velocidade, e desintegração ocorrem progressivamente e decrescendo, por isto que a luz de uma estrela distante não ilumina a Terra, pois a energia muito distante se desintegra no espaço.

E diminuem de intensidade e quantidade progressivamente, tanto a luz, a radiação e a temperatura.

Pois do contrário teríamos constantemente dias iluminados e com um calor insuportável, e não teríamos o fenômeno da noite. E não existiria a vida se o planeta recebesse grandes quantidades de temperatura.

[Parece insignificante o que estou escrevendo, mas tem teorias em atividade que sustenta a conservação e a quantidade e intensidade da energia, da luz e da radiação de temperatura].

Como pode ser visto em outro texto que a energia não se conserva, e o universo não se encontra em inércia.

A ENERGIA SE DESINTEGRA E SE O UNIVERSO É ENERGIA, LOGO ELE É POR NATUREZA E ESSÊNCIA DINÂMICO.

TERMODINÂMICA.

Toda física das interações e processos de energia condiz com a termodinâmica quando podemos ter fenômenos a partir da temperatura, que são compressão de gases, dilatação, radiação de planetas, variações térmicas e cinéticas dos gases, variações magnéticas e elétricas, reações nucleares e fusões espontâneas no interior dos astros.

A radiação também está relacionada com a temperatura e o potencial de vibração interna de um corpo, ou seja, o potencial de processos de energia e de interações físicas em que o corpo radiante se encontra determina o seu potencial de interações.

Com o fluxo molecular na teoria cinética da termodinâmica vemos que as moléculas são aceleradas para todos os lados dentro de um recipiente e esta velocidade aumentará conforme a pressão e a temperatura.

A VISÃO UNIFICADA DENTRO DA FÍSICA QUÂNTICA.

Na física quântica é constatado que a natureza é única quando vemos no modelo do átomo excitado, onde as interações e vibrações possuem uma intensidade conforme há uma maior temperatura.

Em que nas altas temperaturas os átomos vibram em torno de suas posições de equilíbrio. Como a teoria eletromagnética prevê que um corpo carregado e acelerado tal como um elétron vibrando emite radiação eletromagnética.

Como também no átomo a temperatura alta levaria ao espalhamento de suas partículas alfa.

Assim temos, aumento de temperatura = aumento de interação física= aumento vibração = maior radiação= grande radiação eletromagnética= maior salto de elétrons = acréscimo espalhamento de partículas= átomo com aumento na intensidade de excitação = grande vibração de elétron = acréscimo na instabilidade de partículas = acréscimo na pressão sobre gases = grande a intensidade do decaimento alfa = grande a aceleração própria das partículas.

FÓRMULA DA GRANDE UNIFICAÇÃO GRACELIANA.

GUG = VIFPE = VFD.

GUG = grande unificação Graceliana.

VIFPE = Variação de Interações físicas e produção de energia.

VFD = variação de Fenômenos diversos.

TEORIA UNIFICADORA NO MICRO FÍSICA.

PRINCÍPIO DA PRESSÃO INTERNA DAS PARTÍCULAS.

Toda partícula é um meio físico, e consequentemente aumentando a sua temperatura. E todos os fenômenos dentro da partícula aumentarão como pressão interna na própria estrutura da partícula, campo interno, radiação, vibrações, saltos de elétrons, pulsos quânticos, e outros.

Assim, a radiação de um corpo ou partícula está relacionada com a temperatura em que o mesmo se encontra, onde a temperatura acelera, vibra, dilata, faz impulsionar, e aumenta a pressão dentro das partículas.

VEMOS QUE A PRESSÃO, VIBRAÇÃO, PULSO INTERNO DE UMA PARTÍCULA SÃO PROPORCIONAL À TEMPERATURA ABSOLUTA EM QUE A MESMA SE ENCONTRA.

A PRESSÃO INTERNA É PROPORCIONAL A SUA VIBRAÇÃO INTERNA E A TEMPERATURA em que se encontra, e o que faz com as partículas de gases desenvolvem grandes velocidades num recipiente.

E quando as mesmas são aceleradas por temperaturas é o acréscimo de processos de energia e de interações físicas no interior das mesmas, como vibrações, pulsos, decaimentos, saltos quânticos, liberação de energia entre cada uma no interior das partículas e radiação interna.

O acréscimo de temperatura faz com que os processos de energia sejam acelerados aumentando assim a intensidade de interações dentro e próximo das partículas.

Assim vemos que as interações físicas, variações de temperaturas, vibração, pulso, pressão dentro das partículas, campo interno das partículas, energia de ligação, radiação interna e externa, luminescência, spin, estado excitado, descaimentos, saltos quânticos, e potencial de aceleração, dependem do estado energético de interações e temperatura em que a partícula se encontra.

FÓRMULA DA GRANDE UNIFICAÇÃO GRACELIANA.

GUG = VIFPE = VFD.

GUG = grande unificação Graceliana.

VIFPE = Variação de Interações físicas e produção de energia.

VFD = variação de Fenômenos diversos.

PRINCÍPIO DA RELAÇÃO NO ESTADO EXCITADO.

O estado excitado de um elétron ou outra partícula depende da variação da temperatura, processos de energia, pressão interna, vibração interna, radiação interna, e outros fenômenos em que o mesmo se encontra.

Vê-se assim, a dependência e a ralação entre os fenômenos físicos e quânticos, e o mesmo nos astrofísicos e astronômicos, assim, existe unidade da fisica e a auto dinâmica também na microfisica, onde o mesmo fenômeno de interações que produz a aceleração dos átomos, também produz a aceleração dos planetas, galáxias e também a aceleração do próprio universo.

Assim, o spin [que é a rotação de uma partícula], radiação, momento de energia, pressão interna, pulso interno, radiação interna, campo, luminescência, energia de ligação, decaimentos, vibração, momento magnético, potencial de instabilidade quântica, estado excitado, temperatura interna e intensidade de interações de uma partícula dependem do potencial de intensidade de interações e temperatura em que a partícula se encontra. Ou seja, de toda energia processada na partícula.

As interações físicas de uma partícula determinam o nível de decaimento e fissões espontâneas da partícula, a sua energia de ligação e estado excitado.

Interações físicas e energia processada possuem o mesmo significado. Ver teoria da energeticidade.

POTENCIAL DE INSTABILIDADE QUÂNTICA.

O potencial de instabilidade quântica de que uma partícula determina que a mesma possa saltar de uma camada para outra, determina também a radiação, o potencial de vibração, pressão interna, ou seja, todo potencial de instabilidade dos fenômenos de uma partícula depende do potencial de interações e energia processada em que a mesma se encontra.

CAUSALIDADE QUÂNTICA.

Vê-se que a física quântica depende do estado energético de interações e temperatura em que se encontram, logo mesmo os fenômenos quânticos sendo descontínuos e aleatórios eles obedecem à condição do estado de energia naquela situação.

E tendem a um decréscimo progressivo na intensidade da produção dos fenômenos e no intervalo de tempo para produção de energia, levando os processos a uma estabilidade quântica.

Assim vamos de encontra a unificação totalizadora, onde os fenômenos quânticos se entrelaçam com os astrofísicos, astronômicos, e cosmológicos, com uma só causa que são as interações físicas e energia em processamento, sendo que o efeito é a causa do subseqüente. Onde partículas, elementos químicos, energia, matéria, luz, campo, temperatura, pulso quântico, pressão de gases, radiação, dilatação, aceleração, dinâmica de astros, fusões e fissões nucleares, spin e outros fenômenos se equivalem e onde um é a causa do outro e este do subsequente.

FÓRMULA DA GRANDE UNIFICAÇÃO GRACELIANA.

GUG = VIFPE = VFD.

GUG = grande unificação Graceliana.

VIFPE = Variação de Interações físicas e produção de energia.

VFD = variação de Fenômenos diversos.

Fenômenos diversos = termodinâmicos, quânticos, astronômicos, geofísicos, astrofísicos, cosmológicos e outros.

Esta é a obra do criador simples, única e totalizadora.

SOBRE OS ELEMENTOS QUÍMICOS E SUA PRODUÇÃO E INTENSIDADE DE ENERGIA.

O que determina os elementos são os processos físicos e conforme a intensidade e tempo destes processos os elementos podem passar de uma fase para outra, ou pular fases intermediárias.

Conforme a intensidade de processos físicos, fusões, altas temperaturas que produz um elemento químico, que é uma fase processual física sofrida e que produziu aquele elemento, podem produzir o mesmo elemento da escala periódica com mais ou menos energia.

Ou seja, um sistema de produção de elementos vai produzir características energéticas de elementos diferentes.

Um sistema de produção de elementos é um astro, o núcleo de um astro, atmosfera de um astro, e outras fases em que o astro já passou, se encontra na intensidade de processamentos físicos altas temperatura e de fusões.

OU SEJA, SE O ELÉTRON DEPENDE DA PRODUÇÃO DE ENERGIA PARA SER ARREMESSADO, LOGO OS ELEMENTOS TAMBÉM DEPENDEM DA ENERGIA PARA SE FORMAREM E EVOLUIR. POR ISTO QUE EM CERTAS REGIÕES HÁ ELEMENTOS EM MA

FÓRMULA DA GRANDE UNIFICAÇÃO GRACELIANA.

GUG = IFPE = FD.

GUG = grande unificação Graceliana.

IFPE = Interações físicas e produção de energia.

FD = Fenômenos diversos.

PRINCÍPIO DO LIMITE NO SALTO DOS ELÉTRONS.

O elétron exposto à radiação só pula de uma camada para outra, se o mesmo estiver no limite de intensidade de produção de energia e de temperatura.

Ou seja, tem um estágio de intensidade de interações físicas e produção de energia para o fenômeno acontecer.

Constata-se que existe uma relação entre os fenômenos e sua intensidade, como também a instabilidade em que se encontra.

SOBRE A LUMINESCÊNCIA.

A luminescência irradiada por uma partícula ou astro depende da intensidade dos processos de energia das interações físicas em que o mesmo se encontra.

Vê-se isto no Sol, numa partícula, em que o calor, campo fotõnico, radiação, rotação, velocidade, e desintegração ocorrem progressivamente e decrescendo, por isto que a luz de uma estrela distante não ilumina a Terra, pois a energia muito distante se desintegra no espaço.

E diminuem de intensidade e quantidade progressivamente, tanto a luz, a radiação e a temperatura.

Pois do contrário teríamos constantemente dias iluminados e com um calor insuportável, e não teríamos o fenômeno da noite. E não existiria a vida se o planeta recebesse grandes quantidades de temperatura.

[Parece insignificante o que estou escrevendo, mas tem teorias em atividade que sustenta a conservação e a quantidade e intensidade da energia, da luz e da radiação de temperatura].

Como pode ser visto em outro texto que a energia não se conserva, e o universo não se encontra em inércia.

A ENERGIA SE DESINTEGRA E SE O UNIVERSO É ENERGIA, LOGO ELE É POR NATUREZA E ESSÊNCIA DINÂMICO.

TERMODINÂMICA.

Toda física das interações e processos de energia condiz com a termodinâmica quando podemos ter fenômenos a partir da temperatura, que são compressão de gases, dilatação, radiação de planetas, variações térmicas e cinéticas dos gases, variações magnéticas e elétricas, reações nucleares e fusões espontâneas no interior dos astros.

A radiação também está relacionada com a temperatura e o potencial de vibração interna de um corpo, ou seja, o potencial de processos de energia e de interações físicas em que o corpo radiante se encontra determina o seu potencial de interações.

Com o fluxo molecular na teoria cinética da termodinâmica vemos que as moléculas são aceleradas para todos os lados dentro de um recipiente e esta velocidade aumentará conforme a pressão e a temperatura.

A VISÃO UNIFICADA DENTRO DA FÍSICA QUÂNTICA.

Na física quântica é constatado que a natureza é única quando vemos no modelo do átomo excitado, onde as interações e vibrações possuem uma intensidade conforme há uma maior temperatura.

Em que nas altas temperaturas os átomos vibram em torno de suas posições de equilíbrio. Como a teoria eletromagnética prevê que um corpo carregado e acelerado tal como um elétron vibrando emite radiação eletromagnética.

Como também no átomo a temperatura alta levaria ao espalhamento de suas partículas alfa.

Assim temos, aumento de temperatura = aumento de interação física= aumento vibração = maior radiação= grande radiação eletromagnética= maior salto de elétrons = acréscimo espalhamento de partículas= átomo com aumento na intensidade de excitação = grande vibração de elétron = acréscimo na instabilidade de partículas = acréscimo na pressão sobre gases = grande a intensidade do decaimento alfa = grande a aceleração própria das partículas.

FÓRMULA DA GRANDE UNIFICAÇÃO GRACELIANA.

GUG = VIFPE = VFD.

GUG = grande unificação Graceliana.

VIFPE = Variação de Interações físicas e produção de energia.

VFD = variação de Fenômenos diversos.

TEORIA UNIFICADORA NO MICRO FÍSICA.

PRINCÍPIO DA PRESSÃO INTERNA DAS PARTÍCULAS.

Toda partícula é um meio físico, e consequentemente aumentando a sua temperatura. E todos os fenômenos dentro da partícula aumentarão como pressão interna na própria estrutura da partícula, campo interno, radiação, vibrações, saltos de elétrons, pulsos quânticos, e outros.

Assim, a radiação de um corpo ou partícula está relacionada com a temperatura em que o mesmo se encontra, onde a temperatura acelera, vibra, dilata, faz impulsionar, e aumenta a pressão dentro das partículas.

VEMOS QUE A PRESSÃO, VIBRAÇÃO, PULSO INTERNO DE UMA PARTÍCULA SÃO PROPORCIONAL À TEMPERATURA ABSOLUTA EM QUE A MESMA SE ENCONTRA.

A PRESSÃO INTERNA É PROPORCIONAL A SUA VIBRAÇÃO INTERNA E A TEMPERATURA em que se encontra, e o que faz com as partículas de gases desenvolvem grandes velocidades num recipiente.

E quando as mesmas são aceleradas por temperaturas é o acréscimo de processos de energia e de interações físicas no interior das mesmas, como vibrações, pulsos, decaimentos, saltos quânticos, liberação de energia entre cada uma no interior das partículas e radiação interna.

O acréscimo de temperatura faz com que os processos de energia sejam acelerados aumentando assim a intensidade de interações dentro e próximo das partículas.

Assim vemos que as interações físicas, variações de temperaturas, vibração, pulso, pressão dentro das partículas, campo interno das partículas, energia de ligação, radiação interna e externa, luminescência, spin, estado excitado, descaimentos, saltos quânticos, e potencial de aceleração, dependem do estado energético de interações e temperatura em que a partícula se encontra.

FÓRMULA DA GRANDE UNIFICAÇÃO GRACELIANA.

GUG = VIFPE = VFD.

GUG = grande unificação Graceliana.

VIFPE = Variação de Interações físicas e produção de energia.

VFD = variação de Fenômenos diversos.

PRINCÍPIO DA RELAÇÃO NO ESTADO EXCITADO.

O estado excitado de um elétron ou outra partícula depende da variação da temperatura, processos de energia, pressão interna, vibração interna, radiação interna, e outros fenômenos em que o mesmo se encontra.

Vê-se assim, a dependência e a ralação entre os fenômenos físicos e quânticos, e o mesmo nos astrofísicos e astronômicos, assim, existe unidade da fisica e a auto dinâmica também na microfisica, onde o mesmo fenômeno de interações que produz a aceleração dos átomos, também produz a aceleração dos planetas, galáxias e também a aceleração do próprio universo.

Assim, o spin [que é a rotação de uma partícula], radiação, momento de energia, pressão interna, pulso interno, radiação interna, campo, luminescência, energia de ligação, decaimentos, vibração, momento magnético, potencial de instabilidade quântica, estado excitado, temperatura interna e intensidade de interações de uma partícula dependem do potencial de intensidade de interações e temperatura em que a partícula se encontra. Ou seja, de toda energia processada na partícula.

As interações físicas de uma partícula determinam o nível de decaimento e fissões espontâneas da partícula, a sua energia de ligação e estado excitado.

Interações físicas e energia processada possuem o mesmo significado. Ver teoria da energeticidade.

POTENCIAL DE INSTABILIDADE QUÂNTICA.

O potencial de instabilidade quântica de que uma partícula determina que a mesma possa saltar de uma camada para outra, determina também a radiação, o potencial de vibração, pressão interna, ou seja, todo potencial de instabilidade dos fenômenos de uma partícula depende do potencial de interações e energia processada em que a mesma se encontra.

CAUSALIDADE QUÂNTICA.

Vê-se que a física quântica depende do estado energético de interações e temperatura em que se encontram, logo mesmo os fenômenos quânticos sendo descontínuos e aleatórios eles obedecem à condição do estado de energia naquela situação.

E tendem a um decréscimo progressivo na intensidade da produção dos fenômenos e no intervalo de tempo para produção de energia, levando os processos a uma estabilidade quântica.

Assim vamos de encontra a unificação totalizadora, onde os fenômenos quânticos se entrelaçam com os astrofísicos, astronômicos, e cosmológicos, com uma só causa que são as interações físicas e energia em processamento, sendo que o efeito é a causa do subseqüente. Onde partículas, elementos químicos, energia, matéria, luz, campo, temperatura, pulso quântico, pressão de gases, radiação, dilatação, aceleração, dinâmica de astros, fusões e fissões nucleares, spin e outros fenômenos se equivalem e onde um é a causa do outro e este do subsequente.

FÓRMULA DA GRANDE UNIFICAÇÃO GRACELIANA.

GUG = VIFPE = VFD.

GUG = grande unificação Graceliana.

VIFPE = Variação de Interações físicas e produção de energia.

VFD = variação de Fenômenos diversos.

Fenômenos diversos = termodinâmicos, quânticos, astronômicos, geofísicos, astrofísicos, cosmológicos e outros.

Esta é a obra do criador simples, única e totalizadora.

SOBRE OS ELEMENTOS QUÍMICOS E SUA PRODUÇÃO E INTENSIDADE DE ENERGIA.

O que determina os elementos são os processos físicos e conforme a intensidade e tempo destes processos os elementos podem passar de uma fase para outra, ou pular fases intermediárias.

Conforme a intensidade de processos físicos, fusões, altas temperaturas que produz um elemento químico, que é uma fase processual física sofrida e que produziu aquele elemento, podem produzir o mesmo elemento da escala periódica com mais ou menos energia.

Ou seja, um sistema de produção de elementos vai produzir características energéticas de elementos diferentes.

Um sistema de produção de elementos é um astro, o núcleo de um astro, atmosfera de um astro, e outras fases em que o astro já passou, se encontra na intensidade de processamentos físicos altas temperatura e de fusões.

OU SEJA, SE O ELÉTRON DEPENDE DA PRODUÇÃO DE ENERGIA PARA SER ARREMESSADO, LOGO OS ELEMENTOS TAMBÉM DEPENDEM DA ENERGIA PARA SE FORMAREM E EVOLUIR. POR ISTO QUE EM CERTAS REGIÕES HÁ ELEMENTOS EM MAIOR QUANTIDADE.

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